Portfólio Digital - IGRH
quinta-feira, 2 de abril de 2020
Projetos - Aprender piano
Sempre achei piano o melhor instrumento musical que existe e me arrependo de ter abandonado o curso no Cuca que me permitiria ficar mais perto de aprender a tocar o instrumento, dominando a teoria musical com partituras etc. Agora eu tenho um teclado, e apesar de estar um pouco negligenciado, eu pretendo dominar e depois aprender piano. Quando as coisas se acalmarem eu pretendo entrar numa escola musical para aprender piano, logo que minhas tentativas de ser autodidata nesse instrumento não surtiram muitos efeitos.
Projetos - Dev Tops
Esse ainda não está iniciado, eu e mais alguns amigos de ecomp estamos planejando o início de um grupo de atividades de desenvolvimento para os alunos do curso. Percebemos que existe uma deficiência muito grande dos estudantes em programação, principalmente no uso de ferramentas atuais, pois as atividades relacionadas às disciplinas geralmente usam ferramentas ultrapassadas e não elevam os níveis práticos a níveis satisfatórios para o mercado de trabalho. Depois do fim do MI de programação, percebemos que curva do aprendizado de programação tem uma queda grande e pretendemos fomentar uma comunidade de desenvolvedores mais habilidosos dentro do curso, tanto para ajudar na procura de emprego quanto para dar mais possibilidade dos alunos desenvolverem soluções para a comunidade, seja interna ou externa.
Projetos - Santana Red Bulls
Como colocado em conquistas, entrei no time de futebol americano de Feira de Santana, o Santana Redbulls. Estou muito empenhado em evoluir bastante com o time, melhorar meu desempenho, tanto de corpo quanto de mente, levar meu esforço físico ao limite, melhorar minha disciplina e respeito a hierarquia, melhorar minha auto estima, fazer novos amigos e me divertir. Pretendo vencer bastante, mas também não desanimar com derrotas. Eu nunca fiz nenhum esporte, então tem sido uma experiência muito nova e tem feito eu me superar frequentemente.
Paixões - Jogos
Meu primeiro videogame foi um Super Nintendo. Eu e meu irmão ganhamos quando eu era BEM pequeno. Minhas mãos eram muito pequenas para segurar no controle direito e eu aprendi a jogar com o controle de cabeça pra baixo, assim meus dedos chegavam em todos os botões. Primeiramente minha mãe achou bonitinho, mas depois de um tempo me proibiu de jogar com medo de eu ficar viciado. Passado um tempo eu pude voltar a jogar porém com mais moderação. Desde então eu tive videogames de todas as gerações. Não tem um momento de minha vida que eu não tivesse um videogame em casa, e cada um deles trouxe momentos legais com minha família e amigos e me marcaram de uma forma. Muitos jogos marcaram minha infância e outros minha adolescência, da mesma forma há jogos hoje que tem marcado meus momentos (como me ajudar a manter o juízo durante a quarentena). Acredito que jogos, assim como filmes e músicas, possuem a capacidade de despertar emoções muito únicas, porém o jogo tem o adicional de possuir uma maior imersão. Enfim, jogos sempre tiveram presentes em minha vida e pretendo continuar acompanhando eles e lembrando com nostalgia de todos os momentos bons que vivi em que eles estavam presentes. Foto de Mortal Kombat, que eu jogava o 3 no Super Nintendo com meus irmãos e hoje quando a gente se encontra joga o 11. Ainda gostamos dos mesmos personagens.


Paixões - Culinária
Cozinhar foi uma paixão mais tardia que minhas outras. Eu sempre tive afinidade, mas só passei a considerar uma paixão depois dos 18. Eu arriscava algumas coisas na cozinha quando era moleque ainda, pensando agora eu imagino o quanto as coisas não saiam muito boas, mas meus pais sempre me apoiavam com um generoso "tá bom, MAS dá pra melhorar nisso aqui". Às vezes eu acertava e fazia uns pratos bons. Fiz um cursinho de cozinha no SESC quando tinha uns 14 anos. O segundo mais novo da turma tinha 50 anos. Foi uma experiência muito boa, aprendi a fazer empadão e alguns bolos. No ensino médio eu comecei a fazer pizza e peguei gosto, hoje é meu prato principal. Melhorei com o passar dos anos e agora meus pratos mantem um bom padrão de qualidade. Então, modéstia a parte, sempre que eu for pra cozinha, espere algo no mínimo bom. Acho bastante gratificante cozinhar pra quem eu gosto, fazer a ceia do natal, a comida de uma reunião de amigos, etc, traz bastante satisfação. Eu considero uma paixão cozinhar não só pela comida em si. Claro, é uma parte muito interessante misturar os sabores, texturas e os processos físicos e químicos envolvidos em alguns pratos, mas promover interação, bem estar e marcar eventos sociais é a parte mais bonita da cozinha para mim. Historicamente quase toda comemoração é marcado por um bom banquete, a comida tem esse poder de unir e melhor o astral e é isso que mais admiro. Segue algumas imagens de alguns pratos meus:
Paixões - Música
Eu amo música. Tudo de música, instrumentos, arranjos, teoria musical, gosto de cantar, gosto de tocar, gosto de ouvir, gosto de compor. Passo um bom tempo de meu dia ouvindo música. Se eu não fizesse computação, faria música. Eu ainda penso em fazer música quando tiver estabilidade financeira. Eu e meus 3 irmãos todos tocamos algum instrumento e temos essa paixão em comum, porém somente um escolheu música como profissão. Todos achamos uma escolha arriscada, pois é muito difícil viver de música no Brasil. Conheço músicos de altíssimo nível que precisam de profissões fora da música para fazer dinheiro. Porém, ainda que aqui no Brasil tivesse mais valorização, eu acredito que não faria como profissão, não sei explicar exatamente o porquê.
Eu tomei aula de técnica vocal quando ainda era criança e cantava na igreja. Também tomei aula de canto no CUCA na adolescência, quando fiz aula de coral lá. Como coloquei na postagem de conquistas, aprendi a tocar violão no ensino médio, além disso também tenho um teclado, estou aprendendo. Eu acredito que música é uma das maiores invenções da humanidade, as sensações e sentimentos que ela permite são únicas e infinitas, além de que ela está presente em basicamente todas as nossas culturas. Música é uma paixão que pretendo carregar e aprimorar minha vida inteira. Na foto meus irmãos fazendo um som no aniversário de meu tio.
Eu tomei aula de técnica vocal quando ainda era criança e cantava na igreja. Também tomei aula de canto no CUCA na adolescência, quando fiz aula de coral lá. Como coloquei na postagem de conquistas, aprendi a tocar violão no ensino médio, além disso também tenho um teclado, estou aprendendo. Eu acredito que música é uma das maiores invenções da humanidade, as sensações e sentimentos que ela permite são únicas e infinitas, além de que ela está presente em basicamente todas as nossas culturas. Música é uma paixão que pretendo carregar e aprimorar minha vida inteira. Na foto meus irmãos fazendo um som no aniversário de meu tio.
Valores - Benevolência
Nasci em família cristã e desde criança tinha que ir pra igreja, missa, adoração, retiro etc etc sempre fizeram parte de minha infância em adolescência. Depois dos 18 eu me afastei bastante, hoje me considero agnóstico, mas nunca parei pra fazer nenhuma análise profunda de espiritualidade e fé nos últimos porque na realidade é algo que eu estou completamente desinteressado no momento. O motivo de eu ter citado isso de minha vida é que eu acredito que o valor da benevolência foi passado pra mim durante minha criação religiosa e até hoje eu carrego comigo, mesmo fora da religião. Tive um período longo para refletir o porquê de procurar fazer o bem mesmo fora de qualquer religião e cheguei a conclusão de que simplesmente já existe mal demais no mundo, então por que não tentar tornar a vida das pessoas um pouco melhor? Não precisa ser um novo Gandhi ou Madre Tereza, mas mostrar um pouco de empatia e bondade para as pessoas quando der deixa a vida de todos mais suportável. Não tenho nenhuma foto minha doando sangue, então segue uma ilustrativa.
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